sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Vários Contos de Natal... e aniversário!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
5 filmes românticos para mulheres de quase 30...
Jon Avnet
Alfonso Arau
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Civilidade... é de comer ou de vestir?
Tá para existir uma coisa que me deixa mais sem graça do que cumprimentar ou agradecer alguém e não ser correspondido. Bom dia! Boa tarde! Boa noite! Obrigado! Por nada! Disponha! Por favor! São frases mágicas que aprendemos desde cedo em casa e na escola. Não doem, não machucam e são simpáticas quando são ditas.
Quando alguém entra no cinema com uma carteirinha de estudante falsa, um estudante que tem direito ao benefício pode não conseguir entrar, pois em algumas cidades e shows já existem cotas para meia- entrada. Quando, no almoço do trabalho ou lanche da escola, um funcionário ou aluno come mais do que deve, outro fica sem comer. Dica para os espertinhos: coloquem-se no lugar do outro. Um dia os prejudicados podem ser vocês!
Para encerrar: regras! Eu nunca vi em qualquer lugar do mundo um povo que ignore leis e regras como brasileiros. Elas são criadas para melhorar o convívio social e precisam ser respeitadas para que a escola, a empresa, a cidade e o país funcionem! Da fila do banco ao estacionamento prioritário, as pessoas burlam as regras. Se no chão está pintado que aquela vaga é destinada a deficientes, certamente é porque há uma demanda para que aquela regra fosse criada. Se a lei proíbe beber e dirigir, é porque foi constatado técnica e cientificamente que beber aumenta o risco de acidentes.
As leis, pelo menos no âmbito federal, não são criadas arbitrariamente. Elas passam por diversas comissões avaliadoras antes de serem votadas e sancionadas. Além disso, são criadas por representantes que nós colocamos lá!
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
DeScOnCeRtO
- Nunca tente adivinhar quem é a pessoa acompanhante de seu conhecido. Deixe que ele mesmo a apresente;
- Não pergunte a uma mulher se ela está grávida. Se ela estiver, ela vai te contar. O mesmo serve para a perda de peso;
- Evite comentar a respeito da roupa das pessoas, principalmente coisas negativas. Qualquer um odeia ouvir “Nossa, essa roupa não te valorizou”.
- Ainda falando em roupas, é inadmissível, inconveniente e deveria ser proibido perguntar onde a pessoa comprou aquela blusa maravilhosa. Ninguém é obrigado a confessar que usa roupa da C&A ou pegou emprestada com a irmã.
- Sobre cor e corte de cabelo ou maquiagem eu não preciso nem falar, né?
terça-feira, 12 de julho de 2011
Autoajuda: American Brainwashing
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Falta de noção virtual
Quando eu pensei que já tinha visto de tudo, recebi um e-mail com ilustrações dos modelos de fezes existentes. O título era: “qual é o seu cocô?”. Sim, parece engraçado, mas torna-se totalmente constrangedor dependendo de onde você está quando abre um e-mail do tipo.
Bizarrices, lendas, puns são irritantes, mas não há nada na internet que me irrite mais do que receber apresentações de slides, principalmente, aquelas que nos mandam enviar a 200 amigos ou algo de terrível acontecerá. Fora que um infeliz teve a ideia de passar o livro “O Segredo” (The Secrets) para slides. São 80 páginas! Será que alguém teve coragem de ver toda essa apresentação?
- Tenha sempre dois e-mails, um profissional e o outro pessoal. Selecione bem as pessoas para quem você passa seu e-mail profissional;
- Não repasse correntes, slides ou até mesmo fotos engraçadas, por melhores que sejam suas intenções. Ou, ao fazê-lo, tenha a certeza de que você não está enviando a uma pessoa sem noção, pois isso pode dar abertura para que lhe enviem qualquer coisa;
- Deixe claro para seus amigos, parentes e colegas de trabalho que você não gosta desse tipo de e-mail. Caso você goste de se distrair com essas bobagens, esclareça que você possui um e-mail só para isso.
- Planilhas, apresentação de slides, textos do Word ou qualquer arquivo que necessite de um programa de edição para abrir pode conter vírus. Alerte as pessoas do seu círculo de convivência para isso.
domingo, 15 de maio de 2011
Sobre sonhos e caminhos

Muitas vezes temos a sensação de nunca alcançar o que desejamos. Trabalhamos duro e não nos satisfazemos com o resultado. Investimos anos em relacionamentos amorosos que não saem do lugar. Planejamos viagens e finais de semanas perfeitos que nunca acontecem. Por que? Talvez porque não estejamos respeitando nossas próprias vontades. Talvez porque nem conheçamos nossas vontades.
Eu fui criada para ser uma ótima dona de casa, uma esposa dedicada e uma mãe zelosa. Eu odeio serviços domésticos, me divorciei aos 28 anos e ainda não tenho filhos. Eu segui a ordem social para a qual fui doutrinada e deu tudo errado. Aquela não era a vida que eu queria. No fundo eu sabia disso. Mas, como os outros caminhos eram desconhecidos, resolvi seguir os passos da minha mãe porque, afinal, eu já sabia aonde dava.
Frustração. Essa era a palavra que definia minha vida nesse período. Muitos sonhos estavam sendo deixados para trás. Eu pensava que parar de sonhar fazia parte de crescer, de amadurecer. Não! Abandonar os próprios sonhos é se entregar, se deixar vencer. Amadurecer é conseguir diferenciar sonhos de utopias. É perceber o que se pode alcançar e, o mais importante, o que se quer alcançar. E essa não é uma tarefa fácil. Fiquei quatro anos no divã para conseguir compreender que minha insatisfação pessoal era fruto de escolhas mal feitas. Escolhas que preteriam a vontade dos outros aos meus reais desejos.
Hoje, com a maturidade dos quase trinta, eu sei que o caminho conhecido nem sempre é o que me leva aonde quero. Às vezes uma estrada esburacada ou uma trilha na serra são mais promissoras do que seguir o fluxo de carros na autoestrada.
domingo, 13 de março de 2011
Primeira Vez
Diz o ditado que a primeira vez a gente nunca esquece. A primeira professora, a primeira bicicleta, o primeiro beijo, enfim, a primeira vez em qualquer ocasião é inesquecível. Mas por que, quando fazemos algo que ainda não conhecemos, nos lembramos para sempre? A resposta é mais simples do que pensamos.O maior medo do ser humano é o medo do desconhecido. Esse medo nos faz sofrer por antecipação, por mais que tenhamos vontade de que aquilo aconteça. A ansiedade da espera pelo momento, o receio de não saber lidar com a situação, a preocupação com possíveis dificuldades que possam aparecer e mais mil caraminholas faz com que aquele fato ganhe uma relevância muitas vezes maior do que realmente mereça.
O que acho interessante nas “primeiras vezes” é que elas acontecem em qualquer parte da vida e estar abertos a elas nos faz sentir mais vivos. Amanhã viverei mais uma “primeira vez”. Claro que a lucidez dos quase trinta me deixa mais tranquila do que quando dei meu primeiro beijo, aos onze anos, ou de quando mudei de escola, aos dezesseis. Mas a ansiedade e a insegurança continuam lá. Será que darei conta do recado? Será que vão gostar de mim? Será fácil? Terei problemas? Saberei lidar com eles? E mais milhões de serás povoam minha mente.
Depois de quase trinta anos de primeiras vezes, o que me tranquiliza é saber que, se na primeira vez não der muito certo, vem a segunda, a terceira, a quarta e, quando nos acostumamos com a situação, tudo tende a se acertar.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Síndrome do Patinho Feio

Você se sente ou já se sentiu assim? Você pode estar vivendo a síndrome do patinho feio, um complexo que acomete pessoas que tem baixa auto estima e se sentem inferiores às outras.
A “síndrome do patinho feio” ou - cientificamente falando - complexo de inferioridade” pode ter causas variadas, desde a atitude dos pais na infância até desvantagens sociais. Esse processo é inconsciente e tem como consequências o comportamento antissocial, ou super-realizações. Ele pode se manifestar com o recuo – a desistência de contatos sociais, ou com a agressividade - busca excessiva de atenção, crítica alheia, obediência cega e preocupação.
Há indícios de que personagens famosos de nossa história, como Cleópatra, Napoleão Bonaparte e Hitler sofriam de tal complexo. Alguns estudos, ainda, indicam que o complexo de inferioridade pode ser vivido por uma sociedade inteira, denominando-se aí como complexo social.
Segundo os especialistas, a maneira de lidar com o complexo de inferioridade é, primeiramente, trazê-lo à consciência e, depois, superá-lo ou aceitar suas consequências. Atividades que aumentam a autoestima colaboram positivamente para a superação. Quem nunca se sentiu o máximo após um dia de princesa no salão de beleza ou depois de um banho de loja?
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Por trás do controle
João se surpreendeu ao ver Amanda sentada no chão da garagem, aos soluços, segurando o controle remoto do portão que não funcionava. A cena não fazia o menor sentido para ele: como uma pessoa pode ser tão sensível a ponto de chorar por isso? O que João não sabia era o que vinha por trás daquele controle.Amanda havia acordado um pouco atrasada e decidiu que tomaria café na padaria, próximo ao local onde pegaria carona com sua colega de trabalho. Para tanto, ela preferiu pegar um ônibus, pois faria em dois minutos um trajeto que, a pé, gastaria quinze.
Antes, porém, Amanda precisava jogar o lixo fora e desceu pela garagem do prédio. Estava chovendo e, no primeiro passo que deu pela rampa, ela se viu esparramada no chão. Ficou brava, obviamente, mas se levantou, limpou a roupa, pegou os sacos, pôs no lixo e tomou o ônibus. Ao se aproximar da padaria deu sinal. O motorista não parou. O ponto de ônibus havia sido retirado do local semanas antes. O tempo que ela economizou no trajeto ela gastou se deslocando do ponto onde desceu até o local marcado com a amiga. Foi trabalhar sem o café da manhã.
Chegando no trabalho Amanda descobriu que seu melhor cliente havia desistido de um grande contrato. Ficou mal, mas tentou não se deixar abalar, afinal, tinha novos contratos em vista.
Nossa quase heroína tinha uma consulta marcada com seu ginecologista às cinco e meia tarde. Calculou sair do trabalho as quatro. Dez para cinco ela ainda estava numa reunião com o chefe (que havia começado às duas). Saiu feito uma louca do escritório, pois precisava passar em casa, tomar banho e pegar o carro, porque tinha um evento para ir à noite.
Vencida, ela se ajoelha no chão, como quem aceita a derrota, e cai no choro.
Por trás do controle
João se surpreendeu ao ver Amanda sentada no chão da garagem, aos soluços, segurando o controle remoto do portão que não funcionava. A cena não fazia o menor sentido para ele: como uma pessoa pode ser tão sensível a ponto de chorar por isso? O que João não sabia era o que vinha por trás daquele controle.
Amanda havia acordado um pouco atrasada e decidiu que tomaria café na padaria, próximo ao local onde pegaria carona com sua colega de trabalho. Para tanto, ela preferiu pegar um ônibus, pois faria em dois minutos um trajeto que, a pé, gastaria quinze.
Antes, porém, Amanda precisava jogar o lixo fora e desceu pela garagem do prédio. Estava chovendo e, no primeiro passo que deu pela rampa, ela se viu esparramada no chão. Ficou brava, obviamente, mas se levantou, limpou a roupa, pegou os sacos, pôs no lixo e tomou o ônibus. Ao se aproximar da padaria deu sinal. O motorista não parou. O ponto de ônibus havia sido retirado do local semanas antes. O tempo que ela economizou no trajeto ela gastou se deslocando do ponto onde desceu até o local marcado com a amiga. Foi trabalhar sem o café da manhã.
Chegando no trabalho Amanda descobriu que seu melhor cliente havia desistido de um grande contrato. Ficou mal, mas tentou não se deixar abalar, afinal, tinha novos contratos em vista.
Nossa quase heroína tinha uma consulta marcada com seu ginecologista às cinco e meia tarde. Calculou sair do trabalho as quatro. Dez para cinco ela ainda estava numa reunião com o chefe (que havia começado às duas). Saiu feito uma louca do escritório, pois precisava passar em casa, tomar banho e pegar o carro, porque um evento para ir à noite. Em tempo recorde estava pronta. Desceu para a garagem, deu partida no carro e ele não funcionou. Tentou mais algumas vezes e nada. Cancelou com o médico e ligou desesperada para o namorado – João – que partiu em seu socorro. Meia hora depois ele buzina na porta da garagem. Quando Amanda tenta abrir o portão, o controle não funciona. Ela abre o controle na tentativa de consertá-lo e ele se desmonta em sua mão.
Vencida ela se ajoelha no chão, como quem aceita a derrota, e caí no choro.




